Pesquisadores da Fiocruz-MG realizam estudo inédito sobre a leishmaniose em Teófilo Otoni

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Pesquisadores da Fiocruz-MG realizam estudo inédito sobre a leishmaniose em Teófilo Otoni

10:49 | 21 de maio

 

Uma equipe de pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz  (Fiocruz-MG) está em Teófilo Otoni para um estudo inédito sobre a leishmaniose, doença transmitida pelo mosquito-palha.

A enfermidade pode atingir seres humanos e cães que, caso não seja tratada adequadamente, pode apresentar uma taxa de mortalidade de até 90%. Nos últimos seis anos duas pessoas morreram em Teófilo Otoni  vítimas da doença.

A  equipe de Vigilância Ambiental da Prefeitura Municipal instalou em residências de quatro bairros da cidade 20 armadilhas capazes de capturar o inseto. Depois os mosquitos são levadas para o canil municipal que foi transformado em um laboratório de pesquisa. As armadilhas são descarregadas e o material é analisado.

Segundo Erika Michalsky, pesquisadora da Fiocruz, o objetivo do projeto é estudar os elos de transmissão. “Definir o comportamento do inseto transmissor da leishmaniose ajuda a prefeitura a desenvolver ações de Saúde Pública”, explicou.

Ela informou que a parte humana já vem sendo desenvolvida por um outro grupo de pesquisadores de Belo Horizonte. Os resultados do trabalho  somente serão conhecidos em 2022.

 

(Foto: TV Leste)

 

 

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