Diretoria do Fortaleza espera aval de Ceni para negociar jogadores com o Atlético

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Diretoria do Fortaleza espera aval de Ceni para negociar jogadores com o Atlético

00:55 | 05 de dezembro

 

Emprestados pelo Atlético até o final do ano, Leonan e Dodô foram peças importantes na campanha vitoriosa do Fortaleza na Série B. Formados na base alvinegra, os dois ainda têm futuro incerto no futebol em 2019.

O cenário atual indica que os destinos do lateral-esquerdo e do meia-atacante estejam longe da Cidade do Galo. A diretoria alvinegra entende que os dois, como ‘ativos’ do clube, possam ser envolvidos em outras negociações, como ‘moedas de troca’.

Sem contrato com o Fortaleza, Leonan e Dodô voltariam ao Atlético no início de 2019. A diretoria do clube cearense estuda a possibilidade de negociar o retorno dos dois. Tudo, entretanto, ainda depende do aval do técnico Rogério Ceni.

A eventual volta, entretanto, não dependeria apenas do desejo do Fortaleza. Afinal, o Atlético, como detentor dos direitos econômicos dos jogadores, tem a palavra final.

Uma das possibilidades estudadas pela diretoria alvinegra, por exemplo, é envolver Dodô na negociação para manter Matheus Galdezani, emprestado pelo Coritiba até o fim do ano. O Atlético não pode mais exercer o direito de compra, já que o prazo era até 30 de novembro.

Dodô, de 24 anos, foi destaque da campanha de título do Fortaleza na Série B. Jogou 35 das 38 partidas - 33 delas como titular - e marcou quatro gols. O contrato com o Atlético vai até dezembro de 2019. A diretoria alvinegra já repassou ao empresário Hélcio Alisk que meia não terá espaço no clube na próxima temporada.

“Se o Dodô estivesse livre no mercado, teríamos várias situações para ele. Com vínculo (com o Atlético), fica mais difícil. O Atlético não vai aproveitá-lo, mas também não vai liberá-lo. Nossa vontade era que o Dodô tivesse chances (no Atlético). A gente entende que o clube não o libere, já que é um ativo”, disse Alisk à reportagem.

Já Leonan, de 23 anos, teve menos destaque na campanha do Fortaleza. O jogador, titular no início da passagem pelo clube, perdeu espaço ao longo da Série B. Mesmo assim, alternou entre a titularidade e o banco de reservas e foi importante em determinados momentos da trajetória. Foram 14 jogos na competição - quatro deles como titular - e um gol feito. A tendência é que não siga em 2019 no Atlético, clube com o qual tem contrato até o final de 2020.  (Estado de Minas)

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