Cidades de MG promovem atividades para pessoas com deficiência

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Cidades de MG promovem atividades para pessoas com deficiência

23:25 | 25 de agosto

Uma programação variada foi planejada com diversas ações que englobam apresentações, exposições, gincanas, dias de lazer, entre outras atividades. A mobilização é da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae).

Governador Valadares
Em Governador Valadares, os alunos desenvolvem apresentações artísticas e culturais. Em uma sala da Apae da cidade, estão expostos produtos feitos pelos alunos, a maioria de materiais recicláveis, como cestas de jornal. Os produtos são vendidos, mas o principal objetivo dos professores é desenvolver a coordenação motora dos alunos.

A produção é parte das atividades comemorativas que também inclui apresentações de dança. A associação também coloca em prática projetos de inclusão social, que integram os alunos ao ambiente profissional. Jefferson Almeida trabalhou por dois anos em um restaurante da cidade. Ele conta que foi uma oportunidade de crescimento. “Eu gostei muito de lá porque aprendi a trabalhar em equipe”, diz o aluno da Apae.

Teófilo Otoni
Uma apresentação de dança marcou a comemoração da Semana Nacional da Pessoa com Deficiência Intelectual Múltipla no auditório da Apae de Teófilo Otoni. Os alunos, acompanhados dos pais e professores, prestaram atenção na coreografia preparada especialmente para a ocasião.

Além da apresentação, os alunos da Apae receberam da escola visitante, várias doações. Segundo Leda Navarro, professora da Apae, as dificuldades financeiras enfrentadas pela aassociação, não afetam a aprendizagem em sala de aula.

“Temos um método pedagógico que não deixamos as dificuldades ifluenciar. Para complementar o orçamento mensal da entidade, foi criada uma sorveteria onde os alunos participam da fabricação dos produtos, além de um espaço, com o cultivo de hortaliças e verduras”, diz a professora.

Segundo a diretora Jane Alves Marques, os recursos públicos repassados para a Apae não são suficientes para cobrir as despesas e as doações têm sido a única saída.

“Eles aprendem a plantar e colher os alimentos, tudo que é produzido aqui serve para o consumo dos alunos e também são vendidos para comunidade. O dinheiro arrecadado ajuda a manter a instituição”, afirma a diretora. (G1 dos Vales de Minas)

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